segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Veeeeeeeeeeeeeeeerão !!!!!!!!!



Esse céu azulzinho, um solão danado, e um booooooooom café da manhã. Nada melhor que acordar assim num é mesmo? Da um ânimo, uma vontade de não ficar parado.
Isso é o verão!!!!!!!!!!!!
E como da pra ficar  em casa com essa natureza toda chamando a gente pra ir fazer qualquer coisa? Tomar um bom banho de mangueira, pular numa cachoeira beeeem gelada, ou ir pro clube mais próximo, e ficar horas dentro de uma piscina, até todos os seus dedos enrugarem e o sol te dizer que está na hora de ir embora.
É tanta coisa inútil que a gente fica ocupando a mente, tantas preocupações que na maioria das vezes são desnecessárias, mas que prendem nossas atenções e nosso tempo e paramos de valorizar coisas “pequenas” (depende-do-ponto-de-vista), e na maioria das vezes, são essas pequenas coisas as melhores.
Hoje fui pra um clube com duas amigas. Tomar aquele banho de piscina me fez tão bem, foi revitalizante, e com esse calor, naquela hora não podia ter nada melhor. Foi ai que pensei, como é fácil perder aquilo tudo, ficar dentro de casa, na frente de um computador, conversando com um milhão de pessoas, mas com ninguém ao mesmo tempo, porque é diferente, você ter a pessoa ali, na sua frente, podendo pegar, abraçar, amassar, morder e puxar o cabelo.
Eeeeeeeeeeeeeeentão gente, as férias estão acabando, o que é terriveeeeeeeeeeeeeel! Como eu queria pelo menos mais uns 2, 3 meses. Acho que com esse tempo daria pra deixar a vida em dia, e preparar a mente pra esse BH que não para. Mas enfim, ta terminando, então, pra que voltar pra rotina sem nem um pigmento a mais, ou uma historia beeeeem interessante pra contar?
Bom, meu pigmento eu to garantindo. Pra minha branqueleza toda, hoje eu to me sentindo uma negona! Haha e minha historia interessante, então, já tenho algumas, mas to querendo mais uma, ou duas, ou só uma mesmo, mas beeeeeeeem boa, pra poder contar pros quatro cantos do vento.
Então, eu to indo ali, viver mais um pouquinho, e se eu fosse você faria o mesmo. Independente do tamanho de seu bumbum, grande ou pequeno, tira logo ele dessa cadeira e da uma chegadinha ali na janela pra ver como o sol ta se pondo lindamente.
Bjs, bala de cereja. 

domingo, 30 de janeiro de 2011

Desculpem-me,



Sim, peço desculpas a vocês, pelo texto platonice aguda, porque eu menti, menti pra vocês, e pior ainda, tentei mentir para mim mesma.
Desculpem-me, mas naquele momento, eu vi uma necessidade de escrever algo que me mostrasse o oposto de qualquer coisa, que me deixasse mais forte, porque eu sou forte, aham, mas quando não se trata daquele assunto especifico. Quando envolve aquela pessoa tudo muda, é estranho, eu admito, mas fazer o que? É o que acontece comigo.
Eu nunca quis que fosse assim, aliás, eu sempre abominei essa idéia. Sempre que alguém contava algum caso parecido, de fulano, ou ciclano, eu era a primeira a excluir qualquer hipótese daquilo acontecer comigo, mesmo sabendo que já estava acontecendo, e não era de hoje.
Hoje eu não estou bem, não mesmo, e nem precisei ver ele para isso, uma pessoa o viu, e me contou, e quando eu soube que passei na sua frente, mas não o vi, foi estranho, minha mão gelou, pensei em tudo e em nada naquela hora. Imaginei como tava meu cabelo, se eu estava rindo, se ele me viu.
Isso não pode continuar assim, mas pra mudar isso, não depende só de mim, depende do meu todo. Depende das minhas pernas, da minha voz, porque ela costuma sumir nessas horas.
Não sei se vai me fazer bem esperar esse conjunto resolver qualquer coisa, ou se eu deveria arriscar ficar muda e imóvel, mas, mesmo sendo uma pessoa corajosa (eu-me-engano-com-isso) nessas horas essa coragem toda me deixa na mão, eu fico totalmente desconjuntada e boba, então, admito que  não faço a menor idéia do que devo fazer.
Mas hoje, hoje eu só quero poder dormir e não sonhar com ele.
Boa noite.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Sabe o passado? Aqueeele que volta!



Sabe aquela época??
Aquela, quando você nem mesmo usava sutiã, (mas já estava passando da hora, só você não percebia!!!) ... quando você estudava no corredor da quinta serie, e não desviava seus olhos daquele outro corredor, o mais alto de todos, o mais desejado, mais sonhado... aquele corredor dos grandes, cheeio de gente bonita, e claro , aquele que escondia o mais gato da escola!
Uma nota:
É, essa é só uma nota, pra constar, a minha grande raaaaiva , de ser sempre assim , os mais gatos da escola sempre são aqueles que estão mais longe de você quando se está nessa fase do sutiã! A idade ta loooonge de ser a mesma, o interesse deles por você ta looooooonde de existir, e pra melhorar tudo, até o corredor deles é o mais loonge de todos (:  (ô fase!)
Então, voltando o foco, praquele corredor que agora se tornou odiado, o do terceiro ano !
Cês lembram daquela época né?
Eu lembro!
E lembro muuuito , porque como qualquer garota normaal , eu era fascinada, alucinada por um ser que de tão bonito, eu sentia a necessidade de tocar pelo menos as pontas dos dedos nele, pra ver se era de verdade mesmo!
Claaaaaaro que ele nunca neem olhou pra mim , taambém, baixinha, gordinha e de bochechas rosadas, eeeeeeeentão... haha... e ele, aaah ele era o Tarzan de uma peça da escola, usava uma tanguinha durante a peça, e tinha um corpo moreno, com ombros largos ,um sorriso perfeito e ... só isso !!!! hahaha
Então , eu sai da escola, ele saiu da escola, nunca mais vi ele... meeentira! Vi ele a umas duas semanas.
Encontrei ele em um mercadinho da minha cidade, e reparando beem naquele ser, vi que tinham algumas coisas erradas... priimeeeiro, ele estava vendendo havaianas! NADA , absolutamente nada contra isso, mas é q é estranho ...( hahahahahahha) segundo, ele estava MUUUUUUUUITO GOOORDO! Serio , eu juro que não acreditei no que vi, foi engraçado, parece que os papeis inverteram sabe, na minha cabeça surgiram um milhão de reações , eu queria rir, não, eu queria rolaar no chão de tanto rir, queria dar uma gargalhada beeem alta, aiai, maas, como sempre fui uma pessoa muito impulsiva, nem estranhei quando comecei a conversar com ele. Foi tão fácil, falamos sobre tantas coisas, um milhão de coisas que eu queeria ter falado com ele naquela época lá, a do sutiã, só que naquela hora... tudo era diferente,
Hoje quem estava por cima, magra e com um sorriso lindo era eu, quem tinha a maior facilidade de falar olhando nos olhos e perceber que aquele assunto era um assunto velho e que não íamos chegar em lugar nenhum, era eeeeeu *-*
Eu tinha o poder naquele dia! Hahahahahha
Mas é mais ou menos isso mesmo,
Foi tão vida poder olhar ele ali, conversar com ele,e o melhor de tudo... lembrar do passado, porque é claaaaaaaaaaaro que eu lembrei ele de quando ele era o Tarzan e usava aquela tanguinha que eu achava até bonitinha! Kkkkkkk
Como eu sempre me apaixonei e desapaixonei por muitas pessoas muito rápido, depois desse dia, eu resolvi buscar esses passados, ver como estão cada um, e juro que isso ta me rendendo muuuitas gargalhadas até hoje!
E sabe aquele sutiã? Quer dizer, aquela falta de sutiã? Hoje eu me orgulho dele, pois é justamente essa fase, que hoje, está me possibilitando esses momentos inesperados, esses momentos onde eu posso pensar no passado e contar ele no presente sem medo nenhum de ser feliz !
Bjs, bala de iogurte.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Platonice aguda.



Com certeza já ouviram falar em amor platônico, aquele que você ama uma pessoa, mas somente VOCE ama!
Eu costumo dizer que essa é a forma de amor mais complicada que existe... porquê além de todos os medos que esse sentimento nos trás, ainda vem com a falsa ilusão de que a outra pessoa possa senti-lo também, ou então a dura realidade, que machuca muito (MUITO!!), quando temos a certeza de que o outro não sente isso, mas mesmo assim não conseguimos parar de sentir.
Então, mesmo com toda minha simplicidade pra resolver alguns problemas que envolva coração, vivo um “amor” desse ai a mais ou menos uns ... alguns anos ...!
Tudo começou com uma amizade, linda, aliás, de dar inveja em qualquer um, ou qualquer uma, porque ele sempre foi muuito gato. Mas eu, com minha linda ingenuidade, fui mudando esse sentimento sozinha, e de repente, me pego imaginando como devia ser o beijo dele, sentir o calor do abraço dele, me fazia arrepiar, e a vontade de acreditar nele quando ele dizia que me amava era descontrolada ... então, acho que foi a partir daí que começaram a mudar algumas coisas J
Mesmo com isso tudo, sempre me escondi atrás da nossa amizade, mas chego uma hora que não teve mais jeito e ele descobriu... o que era pra ser bom, destruiu nossa amizade. Como éramos novos, o caminho maais simples de resolver isso era começar a ignorar um ao outro, e foi isso que aconteceu, não conversávamos mais, nos olhávamos rapidamente, e... Só isso!
Depois tive que me mudar, e foi aí que qualquer esperança de que pelo menos pudéssemos conversar sobre qualquer coisa, se resumiu a nada.
Passei bastante tempo sem nem mesmo ver ele, mas esquecer, esquecer mesmo, não dava, sempre quando achava que ele ia sumir pra sempre dos meus pensamentos, ele dava um jeitinho de entrar no meu sonho, e me fazer pensar nele o outro dia inteirinho, o que não me fazia nada bem.
Nesse fim de ano, com as festas e etc, resolvi conversar com ele, conversar nada demais, minha vontade era mesmo só de escutar a voz dele, e talvez sentir o abraço dele de novo, e foi só isso mesmo que consegui fazer, porque quando o abracei, minhas pernas tremeram e meu coração, ah, deve ter ficado por lá mesmo, não consegui nem conversar, foi estranho, ruim e bom ao mesmo tempo, uma mistura de reações que acho que só passando por ela de novo para conseguir descrever.
Foram 3 dias de festa, no primeiro dia foi mais ou menos isso que aconteceu, mais o fato de o tempo inteiro, no meio de todo mundo, eu estar sempre procurando por ele, no segundo, ver ele foi meio normal, talvez tenha sido bom, no terceiro, ah, acho que se eu vi ele, nem reparei tanto.
Depois disso, vi que ele pra mim era uma coisa momentânea... Durava quando eu não queria parar de pensar nele, mas se hoje, eu sonho com ele, talvez eu nem lembre mais do sonho pela manha. Isso ta me fazendo um beeeeeeem  , claro que se fosse diferente, seria bom, mas como não é... ta ruim assim não .
Pensando beem , é bom quando acontece essas coisas, porque com isso, você aprende a lidar com seus sentimentos, domar seus pensamentos, e gostar mais de você mesmo.
Hoje eu tenho meu próprio significado pra esse amor besta aai , esse tal platônico... pra mim não passa de um sentimento que você sabe que não vai dar certo, mas que você gosta de sofrer por ele, gosta de alimentá-lo, mesmo sabendo que não te faz bem , mas quando você cai na real, e vê tudo que já passou por ele , já falou, já se iludiu, só serviu para alimentá-lo e perder seu tempo, se torna muito fácil de jogar um balde de água fria, e esquecer tudo (ou quase tudo) !
Eu indico um amor platônico pra todo mundo, porque no fim de tudo, você aprende a gostar mais de si mesmo, e o melhor, é que você enxerga o quão burra é a outra pessoa, que mesmo com todo esse tempo, todas essas chances, abriu mão disso tudo que você é.
Ame um amor platônico, mas ame com moderação.
Bjs, bala de maçã verde.

Ano novo , vida nova *-*



Enfiiim, depois de vaaarios meses sem postar nada pra vocês, devo minhas desculpas, mas esse fim de ano não ajudou com nada, muita correria e varias coisas acontecendo ao mesmo tempo, mas que esse ano seja diferente e cheeeio de coisas doces e picantes para poder-mos compartilhar e nos divertir.
 Happy New Year balaladeiros (a) .